
Jorge Jesus viveu intensamente a primeira vitória pelo Benfica. Frente ao Shakhtar, o técnico não celebrou os golos, nem deu sinal de euforia. A preocupação foi corrigir o posicionamento dos jogadores e Yebda tornou-se no principal alvo.
Sempre a mascar pastilha, Jesus não parou sossegado. Andou quilómetros, gesticulou, gritou. Quase ficou afónico. Só faltou invadir as quatro linhas. Na segunda-feira, ainda o jogo tinha começado há um minuto e já dava indicações, por gestos, para a defesa recuar e Miguel Vítor aproximar-se de Roderick.
Nesta fase, Saviola, Aimar e Di María já dão azo à sua técnica, correspondendo ao que Jesus pretende e que passa por dar "liberdade aos jogadores mais criativos".
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